Com profundo pesar, mas ao mesmo tempo com o coração cheio de gratidão, nos unimos ao Instituto neste dia em que nos despedimos de nossa querida Madre María Luisa Labarta, Sch.P. Sua partida deixa um vazio, mas sua vida permanece como um dom e um testemunho vivo de fidelidade ao Carisma vivido por Madre Paula Montal.
Expressamos nossa gratidão à Província Paula Montal, por nos ter permitido contar com o dom de sua presença e de seu intelecto.
Madre María Luisa, como historiadora do Instituto durante tantos anos de pesquisa, trabalho e dedicação, soube transmitir a cada uma de nós e à Igreja a beleza da vida oculta de Paula Montal, das primeiras Escolápias, de nossas Mártires e das Irmãs Veneráveis que, com sua vida, souberam ser mestras de fidelidade a Deus por meio de nossa espiritualidade e carisma.
Obrigada, Madre María Luisa, por resgatar a memória de Madre Paula, das Beatas Mártires, das Veneráveis Escolápias, entre elas a Venerável Madre dos Anjos Amorim… e por nos ensinar, através de seus escritos, a valorizar as Escolas Pias como caminho de Santidade.
Como Vice-Província “Nossa Senhora Aparecida”, enviamos nossa oração, carinho e proximidade a todas as Irmãs da Província Paula Montal, a seus familiares e àqueles que tiveram o privilégio de compartilhar sua vida e seu trabalho diário.
Que Santa Paula Montal e toda a Família Escolápia reunida no céu a acompanhem em seu encontro definitivo com o Pai.
Agradecemos la vida de M. María Luisa Labarta Sch.P.
La Orden de las Escuelas Pías, en comunión con la Familia Calasancia, se une en oración agradecida por la vida de la Madre María Luisa Labarta, Sch. P., con ocasión de su fallecimiento en Zaragoza (España), el 18 de marzo.
Escolapia por vocación e historiadora por dedicación desarrolló una labor insustituible en la Postulación de las Causas de los Santos del Instituto de las Hijas de María. Religiosas de las Escuelas Pías.
Llevó a término los procesos de Santa Paula Montal, las beatas mártires escolapias, así como las venerables Pilar Solsona, Nieves Sánchez, y gran parte del de M. Dos Anjos, además de asesorar y acompañar otras causas.
Tras más de cuatro décadas en Roma, se dedicó en Zaragoza al trabajo de escribir la Historia del Instituto.
